ILC contra o Acordo Ortográfico

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Comentários do autor do “blog” Bic Laranja, no nosso “mural” do Facebook, referindo-se a este “post”: http://ilcao.cedilha.net/?p=15561

Facebook_icon1. Rico exemplo: «eletricidade lembra elétrico, de que deriva, mas uma grafia como “eletrisidade” eliminaria essa associação com a palavra primitiva».

2. Na reforma anterior que o Brasil tomou para si (que vem de 1943), no vocabulário orto(?) gráfico da Academia Brasileira de Letras (dito da língua portuguesa) há mais de duzentas entradas com o radical «elect-». Há «electrônica», «electrocussão, «electrão»; há compostos jaculatórios como «electrojacto» e «electrojato» (este notoriamente menos jactante); há compostos culturais como «electrocultura»… Há «electrodiálise», «electrotomia», «electrodissecação», «electropositivo», «electrodinâmica» e «electrostática»…

Mas o chocante é haver tudo isto e mais a «electrogénese» no V.O.L.P. da A.B.L., sem lá haver «electricidade»! — Só admitem «eletricidade».

http://biclaranja.blogs.sapo.pt/703746.html

3. Sucede que o V.O.P. do I.L.T.E.C. admite toda a tralha do Brasil com o radical «elect-» sem admitir também «electricidade». O lince comeu só alguns «cc» e engasgou-se.
http://www.portaldalinguaportuguesa.org/simplesearch.php?sel=start&action=simplesearch&base=form&query=electr&ok=OK

«Em 1945, a ACL e a ABL assinam novo acordo que só Portugal respeitou, porque, apesar de o Decreto-Lei nº 8.286, de 05-12-45, o ado[p]tar oficialmente, os brasileiros não aceitaram as regras, mais próximas fonicamente dos portugueses, nem as letras mudas como em «acto» ou «espectáculo», usadas em Portugal.»

Tem graça. Ruy Ribeiro Couto, Olegario Marianno, José de Sá Nunes, um deles ou outro da delegação brasileira que negociou o Acordo de 1945 foi célere em cantar vitória num telegrama do Rio de Janeiro publicado pelo Diário Popular de Lisboa em 22 de Dezembro de 1945. Se temos hoje inquestionada a grafia «perguntar» (pràticamente só brasileira em 1945) foi por imposição brasileira. Do genuíno e generalizado «preguntar» português («90% dos portugueses — cultos e incultos preguntam» — V. B. de Amaral, «Bases da Ortografia Luso-Brasileira», p. 18) não há nem memória, salvo nuns iletrados populares que falam como dizem e pronto. Outro capricho brasileiro deu-nos «quer» por «quere», «cacto» por «cato», tecto» por «teto», «corrupção», por «corrução», «aspecto» por «aspeto». E se damos alvíssaras e não «alvíçaras» a tantas destas coisas devemo-lo ao Dr. José de Sá Nunes.

Devem ser estas as regras mais próximas fonicamente dos portugueses que tanto se falam…

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Espessorecessao[cópia de comentário neste “site” em 17.11.14 às 00:36.]

«#2 | Escrito por Jorge Pacheco de Oliveira

Como se sabe, o semanário Expresso, que a si próprio se classifica como jornal de referência, foi um dos primeiros, senão o primeiro, a adoptar o AO90. Na edição digital de hoje, numa notícia sobre a sonda Philae que pousou no cometa 67P, pode ler-se o seguinte naco de prosa, atribuído a um dos cientistas da missão :
“Tivemos até de fazer uma rotação para otimizar a recessão de luz sobre os painéis solares”.
Ora aí está. Com o AO90, não é só o PIB que pode sofrer uma “recessão”. Obrigado Expresso, por nos dares essa “percessão”…
»

Confere. Imagem de ecrã (“printscreen”) da página da notícia no semanário “Expresso” em 17.11.14, cerca das 18 horas.

expresso.sapo.pt/philae-conseguiu-enviar-dados-do-cometa-antes-de-ficar-sem-bateria=f898392

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FB_AO1

Contrariando um dos mitos sobre o AO – que é um assunto arrumado, que as pessoas não se importam com isso, que só meia dúzia de velhos do Restelo são contra – 144 comentários bateram todos os recordes na minha página…

Apesar de saber que em estatística isto não tem valor, acredito no contágio positivo e fiquei feliz de saber que tantas pessoas que nunca comentaram nada na minha página se deram ao trabalho de responder.

Importarmo-nos com um assunto diz alguma coisa de nós, diz do que é importante, diz que o AO não é um tema fechado e diz que decisões só porque foram tomadas, não significa que tenham sido boas ou correctas.

Estamos sempre a tempo de pedir a suspensão do AO e mostrar que afinal um tema que eram favas contadas pode voltar atrás, se isso for melhor para todos nós enquanto povo, enquanto utilizadores da Língua.

Não há nada de Velho do Restelo em ser contra o AO.

Trata-se apenas de bom-senso.

Nada mais.

Se isto vos deixou a pensar que o vosso vizinho, colega de trabalho, amigo, ou simples conhecido do FB afinal se calhar também não concorda com o AO, que tal replicar o post da pergunta na vossa página?

Muita gente a importar-se publicamente com um assunto dá força a quem tenta travar o disparate. Vamos lá?

[Transcrição de comentário (público), em 16.11.14, de Alexandra Azambuja a um seu próprio “post” (público) na “rede social” Facebook.]

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000-a-coluna-do-Joauca-500No dia 18-04-95, o Senado aprovou a reforma ortográfica proposta por Antônio Houaiss, que entrou em vigor recentemente. Foram ao todo sete reformas: 1911, 1931, 1934, 1943, 1945, 1971 e 1995. Não seria hora de dar um basta?

Não seria hora de parar de encarar o português como língua de subdesenvolvido em que qualquer um se acha no direito de mexer nela?

DELÍRIO REFORMISTA, por José Augusto Carvalho (*) .

Mal  começou a adaptação às novas regras ortográficas e surge um movimento para outra reforma mais radical, semelhante à que propôs José Joaquim de Campos Leão, nome verdadeiro do dramaturgo gaúcho Qorpo Santo em 1868: supressão do u dos dígrafos; do  inicial; do x dífono , que seria substituído por qs, como em seqso (para “sexo”); utilização do grafema g sempre com o valor de guê (gera para “guerra”), etc.  As propostas de Qorpo Santo se encontram no livro As relações naturais e outras comédias, organizado por Guilhermino César e editado em Porto Alegre pela Faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1969. Acrescente-se à falta de originalidade dos que defendem essas ideias o desprezo por questões essenciais que uma reforma gráfica enseja.

O italiano fez uma reforma mais radical que o alemão, o espanhol e, recentemente, o romeno, ao suprimir o h inicial e ao substituir o x por s (com o som de  alveolar sonora). Mas não existe correspondência biunívoca entre letra e som:  a letra c em italiano se lê como k (velar) antes de vogal central ou posterior (casa, cosa), e lê-se  como africada (tch) antes de vogal anterior (cibo, Césare); o h permanece em ho (“tenho”); o s soa como  alveolar surda (como o c de cebola)  ou como alveolar sonora (como o z de zebra), como em  stesso e cosa, respectivamente.

Dizer que a grafia é posterior à fala para justificar a adequação da grafia à pronúncia não é um argumento válido, porque é exatamente por ser posterior à fala que a ortografia deve ser lógica e racional e não intuitiva (como a fala) e deve merecer cuidados especiais para garantir a inteligibilidade de um texto escrito a falantes de dialetos diferentes da mesma língua. Quando os cronistas esportivos adaptaram a palavra inglesa “scratch” para o português escrevendo “escrete”, garantiram a pronúncia original apenas na área dialetal carioca,  em que a dental t soa como africada antes de vogal alta anterior ou de iode. No Sul, a pronúncia não seria “iscrétchi”, porque lá o t soa dental, como na palavra “ter”.

Uma reforma tem de levar em conta a paronímia (como arrear/arriar, assoar/assuar) ou a heterografia de homônimos (bolçada/bolsada; braçagem/brassagem; brocha/broxa; buxo/bucho; se igualássemos graficamente insipiente e incipiente, por exemplo, haveria ruído na comunicação, porque a primeira palavra sugere ofensa, enquanto a segunda pode sugerir elogio). Uma reforma ortográfica tem de levar em conta também a família de palavras  para facilitar a aprendizagem (eletricidade lembra elétrico, de que deriva, mas uma grafia  como “eletrisidade” eliminaria essa associação com a palavra primitiva); tem de levar em conta a “forma” da palavra, que ajuda na memorização e na compreensão: o knife do inglês (de pronúncia distante da grafia) lembra o canif do francês e o canivete do português; tem de levar em conta, ainda que não totalmente, a etimologia, que também ajuda na aprendizagem: é pela etimologia que um falante associa privilégio a privar ou privativo, o que evitaria a pronúncia “previlégio”, encontradiça até em pessoas de alguma cultura; tem de levar em conta  o debordamento, fenômeno pelo qual uma vogal pré-tônica pode ter o timbre alterado em variação livre (a sílaba inicial de menino pode soar mê, mé ou mi; a sílaba inicial de moringapode soar mó, mô ou mu; a sílaba inicial de boneca pode soar bó, bô ou bu). Por causa do debordamento, um falante pode dizer e escrever “coringa” por “curinga”,  “reboliço” por “rebuliço”, etc. Por isso é necessário que um reformador da ortografia tenha conhecimentos linguísticos específicos. As reformas do alemão, do espanhol, do italiano e do romeno deram certo e de uma só vez porque foram realizadas por linguistas e filólogos ou por doutores de notório saber.

Uma reforma não é coisa que se decida por uma pessoa só ou por um grupo de pessoas que têm fama mas não têm qualificação acadêmica adequada. Por causa disso é que o português acaba virando casa de mãe joana, tantas são as reformas que sofreu. A primeira reforma, a de 1911, baseou-se nas Bases para a unificação da ortografia, relatório redigido por Gonçalves Viana em nome da Comissão integrada por estudiosos, como Adolpho Coelho, Leite de Vasconcelos e Cândido de Figueiredo, entre outros.  As reformas posteriores a 1911, em Portugal, ou a 1931, no Brasil marcam o fim do período falsamente etimológico, mas tiveram preocupações detalhistas, como os acentos gráficos, e até bairristas, como a manutenção absurda do h interno de Bahia (Estado). Em 1924, a Academia das Ciências de Lisboa (ACL) e a Academia Brasileira de Letras (ABL) iniciaram entendimentos para um acordo que unificasse a ortografia. Esse acordo foi firmado em 1931. Em 1932, a ABL publicou o Vocabulário ortográfico e ortoépico da língua portuguesa. Em 1938, um desacordo alterou a ortografia, sobretudo quanto à acentuação gráfica.

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logo_FFMSExcertos gravados de conversa em forma de tertúlia, conduzida por Carlos Fiolhais, em 22 de Outubro p.p. Gravação integral publicada pela FFMS a 29 de Outubro de 2014. Uma iniciativa da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Intervenções de Maria do Carmo Vieira, Helena Buescu e Carlos Fiolhais.

 

Citações

Helena Buescu: “Há certas coisas que não podem deixar de ser ditas, não é? Quando nós, relativamente ao acordo ortográfico, temos dezasseis pareceres de instituições que, supostamente, estavam habilitadas para fazer um parecer, desses dezasseis pareceres todos são negativos com a excepção de um, e esse um é assinado pelo autor do próprio acordo ortográfico, eu acho que… I rest my case! ”

Helena Buescu: “Na Faculdade de Letras de Lisboa ninguém aplica o acordo [ortográfico]. Ora, nós, apesar de tudo, temos alguma capacidade de reflexão sobre a língua. Creio eu. Mas, justamente, na Faculdade de Letras muita gente sabe. Portanto, não é por pura… por tradicionalismo… ou passadismo… ou seja o que for… que nós não aplicamos o acordo. E, de facto, não há ninguém que aplique o acordo.”

Maria do Carmo Vieira: “Assim como isto acontece nos programas, eu também acho obsceno, e aqui posso muito ir contra a Helena Buescu, mas eu, se estivesse no Ministério [da Educação] e tivesse de fazer um programa, eu recusar-me-ia a fazer um programa que eu escrevesse com este acordo ortográfico, que é uma aleivosia e que não é feita por cientistas, é feita por broncos, por pessoas que dizem que se tiram as consoantes mudas porque «os lusitanos são teimosos»; e isto está escrito e o mal das pessoas é não conhecerem a Nota Explicativa do acordo ortográfico, onde isto está, porque os próprios deputados da Assembleia [da República], quando votaram, não tinham lido isto, não tinham lido isto! Eu vi! E ouvi, porque estive com eles e perguntei-lhes, eu disse «então os senhores foram votar uma coisa destas mas conheceram-na, leram o texto? «Ah, tu leste? Tu leste?» Ninguém tinha conhecido isto.”

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Publico-20141115Anda por aí à solta uma epidemia da obediência antecipada, um zelo narcísico em obedecer e uma pressa institucional em se fazer obedecer, a bem dos brandos costumes. Por toda a parte onde se escreva e não se questione: nas editoras, nas universidades, na escola, nos serviços públicos, nas entidades privadas “esclarecidas”. No gesto tão modernaço quanto burocraticamente hirto com que abusivamente se procura dar por “oficializado” esse disparate técnico e essa inépcia política designados “Acordo Ortográfico de 1990”, uns, mais papistas que o Papa, emitem despachos: e os subpapistas despacham-se a cumpri-los, pelo facto de serem despachos. Nessa concha fechada do institucionalismo, emitiriam e cumpririam também os despachos opostos, uns com a alegria maldosa do álibi hierárquico, os outros com o prazer perverso ligado ao acto simbólico do puro exercício formalista do poder. Ainda outros, entregues à tara provinciana de serem os primeiros; quando não é o caso de terem na mira uma oportunidade de negócio em letra impressa: “já” estarem do lado bom das vendas.

Essa admirável cultura da legalidade ignora viciosamente o vasto historial argumentativo da resistência científica e, por isso, cívica que desde 1986 torna tudo menos “evidente” (e “de vosselências mui atento e obrigado”) o cumprimento de despachados despachos.

Ah, admirável superstição de amanuenses dóceis, que nos vêm recordar, caso estivéssemos esquecidos, que a Lei é a Lei, e que a tal ponto esta tautologia é majestosa e em si mesma, que, dizem, submete por igual soberanos e súbditos, enchendo-nos a todos de candura e paz! Talvez seja vício filosófico perguntá-lo, mas, na fórmula mágica “igualdade perante a Lei”, perante que instância é que essa famosa “Lei” por sua vez responde?

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publicoMais de uma centena de personalidades de diversas áreas – incluindo académicos, escritores, músicos, actores e políticos de vários quadrantes – intentou, no Supremo Tribunal Administrativo, uma acção judicial popular contra a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 (AO90) ao sistema de ensino público, do ensino primário ao secundário.

Manuel Alegre, Diogo Freitas do Amaral, António Arnaut, António Bagão Félix e Isabel Pires de Lima são alguns dos ex-governantes que subscrevem a acção, a par de José Pacheco Pereira e Miguel Sousa Tavares, dos músicos António Victorino d’Almeida, João Braga, Pedro Abrunhosa, Pedro Barroso ou Rão Kyao, dos escritores Joaquim Pessoa e Teolinda Gersão, da actriz Lídia Franco ou de professores e ensaístas, como Miguel Tamen, Raul Miguel Rosado Fernandes ou o prestigiado camonista e teórico da literatura Vítor Aguiar e Silva.

[via Acção judicial popular contra Acordo Ortográfico – PÚBLICO.]

Nota: a ILC – AO não tem absolutamente nada a ver com esta “acção popular”; alguns dos nossos subscritores têm também o seu nome citado nesta “acção popular”, nada mais. Desejamos boa sorte a mais esta “acção”, como sempre desejamos sorte a seja que “acção” for contra o AO90 .

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FotoeCV_JGO

«Imigrei para o Brasil com 18 anos. Primeiro para o Rio depois para S. Paulo, onde vivo desde o começo de 1959. Fiz carreira como Director de Arte. No começo em pequenas Agências de Publicidade, e depois, durante alguns anos, trabalhei na Editora Abril. Mais tarde, consegui entrar em algumas das maiores agências de Propaganda Brasileira, onde fiz uma carreira razoável.»

Joaquim Gonçalves de Oliveira reside no Brasil mas tem nacionalidade portuguesa. Subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do “acordo ortográfico” de 1990.

[Recorte de publicação e nota biográfica enviados pelo próprio.]

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foto_TLBTeodora nasceu nos anos 30 do século XX na cidade do Porto, Salazar e Hitler subiam ao poder.

Começou a ir à Escola Primária no ano em que começava a 2ª Guerra Mundial, a 2ª Grande Guerra e fez a 4ª classe ainda antes do Acordo Ortográfico de 1945. Por vezes hoje ainda escreve teem e veem, que foi como aprendeu com a sua exigente professora do ensino primário.

Desistiu do seu curso de secretariado no Instituto Comercial do Porto para se casar, em plena Guerra-Fria, que as meninas nessa época eram as futuras “donas de casa”, ficavam em casa a tratar do marido e depois dos filhos.

No ano de 1974, depois do 25 de Abril, separa-se, divorcia-se e começa a trabalhar.

Em 2003 compra um computador e em 2004 começa o seu blog “A Sebenta”, mais tarde o “Postado a Limpo”, e para desabafar do que vivia errado o “rás-te-parta”.

Foi a primeira a assinar pela internet a ILC (Iniciativa Legislativa de Cidadãos) e continua a bater-se contra o AO90, que nunca aceitou nem irá adoptar.

[Texto também disponibilizado pela subscritora na sua página do Facebook: Timeline Photos – Theo Leiroz Biel.]

Num registo mais pessoal, digamos assim, devo apresentar publicamente a Theo Biel as minhas desculpas pelo facto de só agora publicarmos no “site” da ILC-AO o seu “perfil” de subscritora. Foi esta senhora, de facto, a primeira pessoa a enviar por email o impresso de subscrição da nossa iniciativa cívica. Porém, lá diz o povo, mais vale tarde do que nunca: aqui fica não apenas o pedido de desculpas como a igualmente pública manifestação de apreço e admiração por tão determinada quanto corajosa activista desta Causa que é de todos.
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[na barra de comandos, click na “roda dentada” e seleccione legendas/CC “Portuguese (Portugal)”]

Temos vindo a publicar aqui, recentemente, alguns vídeos legendados com traduções nossas para Português de Portugal (“Português-padrão” ou “Português europeu”). Reunidos agora na sequência automática (“playlist”) que pode ver em cima, 6 pequenos vídeos, todos eles de alguma forma relacionados com a ortografia, realizados pela plataforma americana TED-Ed.

Qualquer pessoa, mesmo não sendo profissional de tradução, pode inscrever-se numa ou em várias das plataformas, serviços e sistemas de produção ou de tradução de vídeos (TED, Amara, YouTube, Vimeo etc.) e começar imediatamente – isto é, assim que for aceite a sua inscrição, o que não é aliás nada difícil – a traduzir ou a criar de raiz legendas em “Portuguese (Portugal)”, isto é, em legítimo Português.

Os direitos de autor prevalecem sempre e em qualquer caso; o tradutor é o autor… da tradução; por conseguinte, esta não poderá ser alterada por outrem. Para todos os cidadãos não pode restar qualquer espécie de dúvida nesta matéria: podem (e devem), perfeitamente, seguramente, convictamente traduzir para Português correcto tudo aquilo que entenderem.

Fica o desafio.

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