ILC contra o Acordo Ortográfico

Ler, assinar, divulgar

JRDNatal2014

Composição da autoria de João Roque Dias. Publicada na página do grupo Facebook “Acordo Ortográfico Não!” em 22.12.14.

Share
logotipogoverno armasRP DR_logoLusa

 

V – seção: 408 resultados

se·ção
(origem obscura)
substantivo feminino

[Portugal: Beira] Frescura ou humidade da terra.
Confrontar: sessão.

sec·ção |ècs|
(latim sectio, -onis, corte)
substantivo feminino

1. Divisão ou subdivisão composta de coisas da mesma espécie.
2. Cada uma das repartições em que se divide outra (nas secretarias de Estado).
3. [Arquitectura] Corte de um edifício pelo centro num plano com as proporções de altura e profundidade rigorosamente observadas para compreensão da sua disposição interior.
4. [Geometria] Encontro de duas linhas ou de uma linha e uma superfície ou de uma superfície e um sólido.
5. Corte vertical.
6. [História natural] Divisão de um género, divisão secundária, subdivisão.
7. [Militar] A quarta parte de um esquadrão.
8. [Militar] Subdivisão de baterias em número limitado de bocas-de-fogo.
9. [Farmácia] Operação de cortar substâncias medicinais.

secção de voto
• Local onde vota um certo número de eleitores.
Confrontar: cessão, sessão.

Ver também dúvida linguística: secção segundo o novo Acordo Ortográfico.

Grafia no Brasil: seção.

seção“, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/se%C3%A7%C3%A3o [consultado em 20-12-2014].


VI – receção: 1.580 resultados

re·cep·ção |èç|
(latim receptio, -onis)
substantivo feminino

1. Acto ou efeito de receber.
2. Acto de receber visitas.
3. Cerimonial com que se é admitido numa corporação.

• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: receção.

receção“, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/rece%C3%A7%C3%A3o [consultado em 20-12-2014].

Nota: no Brasil, segundo o AO90, mantém-se “recePção


VII – infeção OU infeções: 64 resultados

in·fec·ção |èç| ou |ècç|
(latim infectio, -onis, acção de tingir)
substantivo feminino

1. Acto ou efeito de infeccionar.
2. Corrupção; contágio.

Dupla grafia pelo Acordo Ortográfico de 1990: infeção ou infecção.

infeção“, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/infe%C3%A7%C3%A3o [consultado em 18-12-2014].


Nota: os resultados podem variar, dependendo de documentos disponíveis no momento, correcções/alterações entretanto efectuadas, indisponibilidade momentânea de um ou mais dos “sites” em análise, dificuldades de comunicação, configurações locais/individuais e outros factores.

Ver anterior Busca: coleta, ótico, láteo, coação

Share

armasRP

patosocial

Artigo 15.º
Transmissão de pessoas coletivas

1 — Quando o titular de uma licença de ocupação no mercado seja uma pessoa coletiva, a cessão de quotas ou qualquer outra alteração do pato social deve ser comunicada à Câmara Municipal, no prazo de 30 dias após a sua ocorrência.

In Regulamento nº 5/2014 da Câmara Municipal de Alfândega da Fé. Publicado no Diário da República, 2.ª série — N.º 3 — 6 de Janeiro de 2014

Share

Bom Natal!

ainda sem comentários
Share

socMartinsSarmento

La lingüística, la ortografía y la sintaxis me encantan. Ya está, ya lo he dicho. Me encanta conocer las reglas mediante las que funciona un idioma, saber las excepciones, los puntos ciegos y las pequeñas trampas que esconden esas reglas. Nuestro pensamiento se concreta en forma de lenguaje, y por lo tanto, de algún modo, dos personas con idiomas distintos piensan de forma distinta, porque el lenguaje estructura, divide y organiza la realidad en cajones, y cada lengua tiene distinto número de cajones con distintos tamaños. Puede que una lengua divida la realidad en tres géneros, y otra en uno o en dos. Que una lengua tenga sólo tres tiempos verbales, y otra más de quince. Que una lengua estructure las sílabas de sus palabras alrededor de una consonante, y que otra lo haga alrededor de una vocal.

Lo que no abarca el lenguaje, nuestro lenguaje, no lo podemos pensar. Querer decir algo que las palabras no son capaces de expresar. Decir que las palabras no son capaces de expresar su pensamiento utilizando al mismo tiempo otras palabras también insuficientes. Del mismo modo, nuestra comprensión y dominio de nuestra lengua materna condicionará el nivel que podemos alcanzar en una lengua extranjera. Una persona que no conozca los entresijos de su idioma, que no pueda jugar con el lenguaje y exprimirlo al máximo para sacarle todo el partido posible a un recurso que es de por si insuficiente e imperfecto, jamás podrá llegar a tener un buen nivel en un idioma extranjero. Cuando una persona me pregunta qué utilidad tiene la sintaxis, para qué sirve la ortografía, nunca respondo. Porque como dijo Dolina, “para algunos no sirve de nada”. Personalmente, estudiar y conocer la ortografía española y portuguesa me sirve para saber de dónde venimos, para encontrar nexos de unión y puntos de separación. Habrá quien, considerando las palabras conselho y “consejo”, o vermelho y “bermejo”, no sea capaz de establecer un patrón y predecir la forma más probable de escribir ciertas palabras en portugués.

continue a ler…

Share

logotipoSOL
«Em vez de cuidar do reforço do ensino da Língua no mundo, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa tem passado as últimas décadas entretida com um acordo impossível.»

Inês Pedrosa

A desistência da Língua

A desistência da Língua

16/12/2014 22:34:38

Numa das últimas vezes em que escrevi um artigo contra o chamado Acordo Ortográfico, um amigo aconselhou-me a abandonar o assunto porque, estando já prestes a entrar em vigor no Brasil, seria inútil contestá-lo. Acrescentou que a não-adesão criaria problemas económicos a Portugal.

Este modelo argumentativo diz muito sobre o tempo em que vivemos: os espertos são os que seguem o rebanho e desistem de pensar pela própria cabeça, para não levantar ondas. Em caso de resistência, apela-se ao incontestável Deus da Economia, que suspende qualquer explicação.

Sucede que aquilo a que se convencionou chamar Acordo Ortográfico é uma fraude, porque:

a) Não estabelece nenhum acordo (a palavra recepção continuará a escrever-se com ‘p’ no Brasil e perde o ‘p’ em Portugal, porque o fundamento da ortografia passa a ser a pronúncia – e ainda por cima o texto refere a “pronúncia culta”, o que agrava o patético do tema);

b) Confunde os utilizadores, dado que a etimologia das palavras, que esclarecia as dúvidas, deixa de se aplicar. Sintoma de uma época que despreza a memória e vive em esquecimento acelerado, este ‘acordo’ ignora voluntariamente a história e o trajecto da Língua. É mais um passo no caminho do desprezo pela riqueza e pela força da Língua Portuguesa.

continue a ler…

Share

comercioAlcantara122014

O Comércio de Alcântara

O jornal “O Comércio de Alcântara” publica na sua capa, desde Janeiro de 2012, o símbolo do ILCAO, que motivou a vossa manifestação de apreço.

Entende o corpo editorial e redactorial da nossa publicação que a língua, quer na sua forma falada, quer na sua forma escrita pertence ao povo e não é passível de ser legislada.

Dinâmica, como língua viva que é, o português deverá evoluir através dos tempos, de forma livre, popular, espontânea, livre das grilhetas do Direito e de legisladores bacocos.

Assim, entende-se que as diversas formas de português existentes deverão evoluir de forma livre, ao sabor do tempo e das tendências, divergindo mais tarde para línguas autónomas, como no passado o galego se separou do português, ou convergindo para uma unidade mais uniforme, se for caso disso.

A Direcção do jornal “O Comércio de Alcântara” sente-se surpreendida mas lisonjeada por esta “onda” de gratidão e reconhecimento, agradecendo desde já esta manifestação de que foi alvo.

O corpo redactorial
Luís Sampaio Howell
Carlos Lelo Filipe
Mafalda Vicente Santos
José Fernandes

[Transcrição de texto publicado pelo jornal “O Comércio de Alcântara” na sua página Facebook em 17.12.14.]

[Via grupo Facebook “Professores contra o acordo ortográfico“.]

 

Ver primeiro “post” sobre este jornal publicado aqui, no “site” da ILC-AO, em 6 de Agosto de 2012.

Share

ASSP_AOFicha Técnica
DIRECTOR
António Amaro Correia
DIRECÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
Largo do Monte n.º 1
1170-253 Lisboa
Tel. 218 155 466 Fax 218 126 840

http://www.assp.pt
PROPRIEDADE
Associação de Solidariedade Social dos Professores
COORDENAÇÃO EDITORIAL
Ana Maria Morais
CONCEPÇÃO GRÁFICA E PAGINAÇÃO
Sandro Costa
IMPRESSÃO
Finepaper
REDACÇÃO

PUBLICAÇÃO TRIMESTRAL DE DISTRIBUIÇÃO
GRATUITA AOS ASSOCIADOS
Inscrição na DGCS ……………..111841/86
Depósito Legal …………………36086/90
Número Avulso ……………………..0,40 €
Assinatura anual …………………..2,49 €
Tiragem (n.ºexemplares) ………..10 500
NOTA
A adopção do Novo Acordo Ortográfico é
da responsabilidade dos autores.

Share
logotipogoverno  armasRP DR_logoLusa

 

I – coleta OU coletável OU coletar: 47 resultados

co·le·ta |ê| substantivo feminino 1. [Tauromaquia] Trança de cabelo que os toureiros espanhóis usam na parte posterior da cabeça. cortar a coleta • [Tauromaquia] Deixar de ser toureiro.coleta“, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/coleta [consultado em 11-12-2014].


II – ótico OU ótica: 252 resultados

ó·ti·co (grego otikós, -ê, -ón) adjectivo 1. Relativo ou pertencente ao ouvido ou à orelha. 2. Diz-se do medicamento que se emprega contra doenças do ouvido.ótico“, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/%C3%B3tico [consultado em 11-12-2014].

continue a ler…

Share

Programa humorístico da empresa Mandala divulgado em 09.12.14 às 13:30 h na página da empresa no Facebook.

O tema deste vídeo d’Os Bonecos é o “desacordo ortográfico”. Ou, como diz o protagonista Ai Jesus, é sobre “o novo acordeão hortagráfique”.

Vejames, partantes, come se escreve agora a parlava “qeije” ò abrigue do dite acordeão.

▶ Mau Português – SAPO Vídeos.

Via “blog” Nova Casa Portuguesa.

Nota: a publicidade é inserida automaticamente no início do vídeo pelo serviço “Sapo”.]

Share