Em alternativa, pode enviar imagem digitalizada do impresso preenchido e assinado para o endereço .
Para saber/conferir o seu número de Eleitor e a Freguesia e Concelho de recenseamento, utilize o serviço http://www.recenseamento.mai.gov.pt/Default.aspx
APENAS SERÃO ACEITES AS SUBSCRIÇÕES DEVIDAMENTE PREENCHIDAS E ASSINADAS. OS DADOS SÃO CONFIDENCIAIS.
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(localidade) ___________________________________, __/__/__ (data)
Eu, abaixo assinado, (nome completo, em maiúsculas) ______________________________________________________________________ ,
portador do (preencher nº de BI ou de CC e riscar o que não interessa)
Bilhete de Identidade N.º ____________________
(ou do)
Cartão de Cidadão N.º ______________________
e Eleitor N.º _______________
da Freguesia de _____________________________________________ ,
Concelho de ________________________________________________ ,
declaro, por minha honra e nos termos da lei, que li e subscrevo na íntegra o texto da Iniciativa Legislativa de Cidadãos intitulada como “Acordo Ortográfico de 1990: um conjunto de normas incongruentes, ambíguas, inoportunas e… ignoradas (revogação da Resolução da Assembleia da República n.º 35/2008)”.
Mais declaro ser esta a única vez em que subscrevo a referida Iniciativa Legislativa, não o tendo feito antes por qualquer outro meio.
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(…)
«Desta extraordinária aventura resultou que a língua portuguesa ainda hoje perdura, como língua materna, em Portugal e no Brasil e como língua oficial em Cabo Verde, Guiné, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Timor-Leste, os países da CPLP, e ainda em Macau. Falta acrescentar as importantes comunidades de emigrantes disseminadas pelo vasto mundo e algumas bolsas de pequenos grupos sociais que resistem, como se verifica em Goa, por exemplo.
Em todos estes países e regiões, com excepção do Brasil, a norma padrão adoptada como referência foi sempre a do português europeu, estando em vigor a ortografia consagrada pelo Acordo Ortográfico Luso-Brasileiro de 1945 – que o Brasil não respeitou – mais as pequenas alterações de 1973. O novo Acordo e as negociações conduzidas pelos seus defensores estão em vias de subverter totalmente esta situação que tem raízes históricas evidentes e irrefutáveis. De qualquer modo, somos todos povos soberanos e independentes e cabe a cada um de nós escolher o seu destino.»
(…)
Extracto de texto da autoria de Maria José Abranches. Ler o texto na íntegra.
Autora: Maria José Abranches
Ler o artigo completo AQUI (em formato “.pdf”).
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