ILC contra o Acordo Ortográfico

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Posts publicados em Nov, PM

2011
• Estreia o espectáculo “Luis de Matos | CHAOS”
• RTP1 emite a segunda parte da série “Luis de Matos | MISTÉRIOS”
• RTP1 emite a série “The Magicians” gravada para o canal 1 da BBC e emitida no Reino Unido no mesmo ano
• Participa semanalmente, pela sétima temporada consecutiva, em directo à sexta-feira, no programa LUAR da TVG, em Espanha
• Lança a primeira caixa de magia da linha “Luis de Matos MAGICUS”
• Lança o DVD “The Magic Square”, partilhando a sua metodologia pessoal com a comunidade mágica
2010
• Inaugura o Estúdio33
• Cria, dirige e produz a primeira conferência mundial online de magia, a “Essential Magic Conference”
• Participa semanalmente, pela sexta temporada, em directo à sexta-feira, no programa LUAR da TVG, em Espanha
• Grava cinco especiais de magia, “The Magicians”, em Pinewood Studios, para o Sábado à noite do canal 1 da BBC (programas posteriormente emitidos por 26 estações do mundo inteiro)
• Estreia a sua palestra motivacional “FOCUS”
• Distinguido com o Merlin Award “Magician Of The Decade”, pela International Magicians Society, em Coimbra
2009
• Participa semanalmente, pela quinta temporada, em directo à sexta-feira, no programa LUAR da TVG, em Espanha
• Apresenta cinco espectáculos de grandes ilusões no teatro “OCT”, o maior de Beijing, na China.
• Participa em inúmeros programas de televisão internacionais como “Surprise, Surprise”, na Roménia, e “Le Plus Gran Cabaret Du Monde, em França
• Apresenta pela primeira vez, em Las Vegas, a sua conferência sobre audimetria em televisão intitulada “FLYPAPER”
• Edita o DVD “Luis de Matos EXTREME | Human Body Stunts for Professionals”, distribuído pela Amazon e Murphy’s Magic Supplies, o primeiro de uma série de DVDs pedagógicos na área da magia, protagonizados por grandes nomes da arte mágica
2008
• Participa semanalmente, pela quarta temporada, em directo à sexta-feira, no programa LUAR da TVG, em Espanha
• Estreia-se como motivational speaker com a palestra “TEMPO”
• Escreve, produz e apresenta o programa “Luis de Matos | MISTÉRIOS” | 13 Programas | RTP1
2007
• Participa semanalmente, pela terceira temporada, em directo à sexta-feira, no programa LUAR da TVG, em Espanha
• Cria, dirige e produz a primeira edição do certame “Jornadas Mágicas de Sicó”, nos concelhos de Ansião, Penela, Condeixa, Soure, Pombal e Alvaiázere
2006
• Participa semanalmente, em directo à sexta-feira, no programa LUAR da TVG, em Espanha
• Cria, dirige e produz a primeira edição do certame “Lisboa Mágica | Street Magic World Festival”, em Lisboa
• Participa, como artista residente, em 21 episódios do programa “SHALAKABULA”, em Espanha, emitido em simultâneo por quatro estações de televisão
• Inicia a segunda temporada no programa LUAR da TVG, em Espanha
• Escreve, produz e apresenta o programa “Luis de Matos 3D”, gravado no Estúdio33, o primeiro programa de magia em três dimensões da história da magia

[Transcrição parcial, apenas dos anos mais recentes, da biografia completa publicada no site de Luís de Matos].

Luís de Matos subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Nota: esta publicação foi autorizada pelo subscritor, que nos enviou, para o efeito, o “link” para a nota biográfica e a foto.

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Página de materiais de campanha: AQUI.
Ver outro ambiente de trabalho AQUI.

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Novos Kindle têm dicionário português criado em Portugal

25.11.2011 – 16:56 Por Isabel Coutinho, João Pedro Pereira

Nos novos modelos do Kindle, o leitor de ebooks da Amazon, já é possível escolher o português como língua a utilizar e o Dicionário Priberam de Língua Portuguesa está pré-instalado.

A empresa norte-americana fez uma parceria com a portuguesa Priberam, que desenvolve software de linguística, entre os quais o corrector ortográfico do popular Microsoft Office.

A Amazon pediu à Priberam um dicionário com definições e sinónimos, em que o texto escrito nas entradas e definições de cada palavra estivesse em português do Brasil. “Disseram-nos que estavam, em primeiro lugar, a apontar para o mercado brasileiro, embora quisessem as duas variantes do português, o europeu e o do Brasil”, explica Carlos Amaral, director-executivo da Priberam.

Para além do dicionário, os modelos anteriores do Kindle só utilizavam a língua inglesa na interface de utilização, mas as novas versões dão acesso a outras línguas: português do Brasil, francês, italiano e espanhol, alemão (um trabalho de tradução que não esteve a cargo da Priberam).

A empresa portuguesa fez para a Amazon uma edição específica do dicionário, que reconhece ambas as grafias (europeia e brasileira) para cada uma das palavras, embora as definições estejam sempre em português do Brasil.

“Posso ter no Kindle um livro em português do Brasil ou de Portugal e o dicionário reconhece as palavras dos dois países e dá a definição. Fomos ainda mais longe: o dicionário consegue reconhecer todas as formas.” O dicionário de português reconhece neste momento cerca de um milhão de palavras, incluindo as alterações previstas pelo Acordo Ortográfico – assim, é possível reconhecer formas como “electrónica”, “electrônica” ou “eletrónica”.

O licenciamento foi feito à Amazon para todos os dispositivos e para todas as aplicações. O que significa que nas aplicações do Kindle para leitura em outras plataformas (PC, computadores Mac, e telemóveis e tablets) e no Cloud Reader (para leitura na web, através do browser) também existe o dicionário Priberam. Se se descarregar um livro em português nestas aplicações, ao clicar numa palavra, aparece a pergunta: “Quer fazer o download do dicionário em português?”.

Foi a Priberam que foi contactada directamente pela Amazon. “Vieram ter connosco. Tínhamos feito uma edição do nosso Dicionário de Português Europeu para Kindle em Março deste ano. Era um livro que estava à venda na loja Kindle da Amazon para quem o quisesse integrar nos dispositivos. Ainda vendemos uns milhares de dicionários, o que para o mercado que existe já era interessante.

Essa poderá ter sido uma das razões para escolherem a empresa portuguesa e também “a notoriedade” que a versão online do Dicionário Priberam tem na Internet. “Mesmo no Brasil é muito conhecido: 60% dos acessos ao dicionário online são feitos a partir do Brasil. E, no Brasil, quando se compra o dicionário Aurélio recebe-se um CD com o corrector ortográfico da Priberam”, explica Carlos Amaral.

Neste projecto estiveram envolvidas cinco pessoas (linguistas e programadores) durante três meses. Foi necessário trabalhar a parte do português do Brasil para que o dicionário o reconhecesse também.

A empresa avançou também este mês para o mercado espanhol – através de uma parceria com uma empresa local – e já fez pequenas incursões nos mercados nórdicos.

[Transcrição integral de artigo publicado no jornal Público (online) de 25.11.11. Destaques e sublinhados de nossa responsabilidade.]

Mais sobre “língua unificada”? Click AQUI.

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Debate: o Ensino e o AO90

A anunciada revisão do Acordo Ortográfico

Por Francisco Miguel Valada

Sou um professor pensador, não preciso do programa para me dizer o que devo fazer. Os colegas que querem que o programa seja prescritivo e autoritário são meros funcionários
Paulo Feytor Pinto, Jornal de Notícias, 27/3/2010 [link externo]

O professor tem que saber e tem que cumprir as regras que lhe são ditadas
Edviges Ferreira, Sociedade Civil, RTP, 13/1/2010

1. Aparentemente, terá passado despercebida a entrevista de Francisco José Viegas ao Correio da Manhã de 30/10/2011, em que o secretário de Estado da Cultura escancara a porta à revisão do Acordo Ortográfico de 1990 (AO90) e impugna o conteúdo quer das actuais “acções de formação”, quer, em última análise, do próprio AO90. Sublinha Francisco José Viegas que embora o AO90 seja “irreversível não quer dizer que não seja corrigível”. O AO90 é corrigível. Houve um responsável político que o disse. É um facto. Resta saber se Francisco José Viegas, além de comunicar tal iniciativa ao Correio da Manhã, informou as escolas, o Governo e “todos os serviços, organismos e entidades na dependência do Governo”, não esquecendo os redactores do Diário da República. Na ordem do dia, teremos, em conjectura e se tudo correr bem, além da reavaliação da base IV e da eliminação da base IX, a completa inutilidade das publicações actualmente saídas do Lince com amputação consonântica, mutilação diacrítica, hifenização arbitrária e facultatividade à vontade do freguês. Seria importante que este intuito de Francisco José Viegas passasse das páginas do Correio da Manhã para as mesas de trabalho do senhor ministro Nuno Crato e da senhora presidente da Associação de Professores de Português (APP), Edviges Ferreira.

2. Em entrevista à Única do Expresso de 3/9/2011, Nuno Crato alegava que o AO90 “é um facto. Como disse salvo erro o ministro dos Negócios Estrangeiros, neste momento não é uma questão de opinião” [link externo]. Antes pelo contrário. Enquanto o desígnio de Francisco José Viegas não se concretizar, o texto em apreço será sempre uma súmula de opiniões órfãs e descosidas e não uma colectânea de factos comprováveis. Desafio o senhor ministro a ler a alínea c) do ponto 4.2 da Nota Explicativa e a exigir: i) estudos sobre o “enorme esforço de memorização” das crianças de 6-7 anos diante dos P de recepção e C de selecção pré-AO90; ii) estudos que comprovem um menor “esforço de memorização” perante o “-eção” da receção AO90 e o “-essão” da recessão comum; iii) averiguar se esse “esforço de memorização” levou os autores do AO90 à criação, na base IV, 1.º, b), do espectro que ensombrou a recta final do século XX: a enigmática figura da letra C em aflição e em aflito…

3. Há dois meses, assustei-me com o formidável objectivo que Edviges Ferreira pretende obstinadamente atingir: “Penalizar os seus alunos que escreverem com a antiga grafia” (PÚBLICO, 8/9/2011). Aparentemente, nada demove a presidente da APP da exemplar aplicação dos respectivos e correspondentes correctivos, nem sequer a nota ministerial de 6/9/2011 a determinar que se “considerarão como válidas exclusivamente as regras definidas pelo AO a partir dos anos letivos [sic]” 2013-14 (6.º ano) e 2014-15 (4.º, 9.º, 11.º e 12.º anos). Seis dias depois, a presidente da APP voltava à carga no Correio da Manhã (12/9/2011), num registo mais suave, sem soar a palmatória: “Entendo que se deve penalizar os erros, mas isso fica ao critério dos professores” . As regras determinam 13-14 e 14-15, mas Edviges Ferreira quer fugir para a frente e começar a castigar de rompante, em 11-12, sem vocabulário ortográfico estável, sem acções de formação esclarecedoras, sem consideração ponderada, séria e objectiva dos pareceres científicos.

4. Assegurava a presidente da APP, na edição de 7/9/2011 do Jornal de Letras, que “contra as mudanças há sempre muitos “velhos do Restelo”". Sempre me surpreendeu o silêncio com que os especialistas em estudos camonianos reagem a este tropo recorrente: o Velho do Restelo vem invariavelmente à tona para silenciar a opinião contrária. Em vez de se discutir, debater e esclarecer, emerge o venerando homem e afunda-se a discussão. Na estrofe 94 do Canto IV d”Os Lusíadas, não é prestada qualquer informação sobre o mister da personagem. Durante a prelecção a que se dedica (estrofes 95-104), apesar de revelar aptidão para discorrer sobre mitologia, geografia e actualidade de finais do século XV, o Velho do Restelo não alude a qualquer aspecto cartográfico, não se pronuncia sobre a construção e a reparação das naus, remetendo-se a um prudente silêncio acerca de instrumentos náuticos, cálculos matemáticos e cosmográficos. Temos a certeza de que a opinião do “Velho do Restelo” não é uma opinião técnica avalizada. Pelo contrário, “contra as mudanças” foram elaborados pareceres, milagrosamente desencarcerados da gaveta onde se encontravam a acumular bolor, graças à acção da senhora deputada Zita Seabra. Reduzir quem se dedica ao estudo das escritas de base alfabética à condição de Velho do Restelo é inaceitável. Gregory Bateson (a propósito do “órgão da linguagem”) recomendava prudência na leitura das metáforas de Noam Chomsky. O mesmo conselho fica para quem envereda pelo atalho da menção àquele que, do cais, com voz pe?ada hum pouco aleuantando, se limitou a reflectir uma opinião não especializada sobre a gesta.

5. Teria Paulo Feytor Pinto (ex-presidente da APP) abandonado a óptica do “basta uma meia hora para os professores aprenderem as novas regras. E depois é aplicá-las” (PÚBLICO, 2/9/2009)? Teria sido anunciado que Paulo Feytor Pinto subscrevera a Iniciativa Legislativa de Cidadãos (http://ilcao.cedilha.net/)? “Regras com ambiguidades que abrem a porta a arbitrariedades e que, por isso, são uma ameaça à transparência” (PÚBLICO, 8/9/2011 [link externo]) seria a solução do enigma defina as bases IV e IX do AO90 em termos técnicos e em dezoito palavras. O repto era, afinal, outro.

[Transcrição integral de crónica da autoria de Francisco Miguel Valada publicada no jornal Público de 24.11.11. Link disponível apenas para assinantes do jornal online. Links inseridos por nós no texto.]

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Um responsável pela “coleção” Klássicos dizia há dias, no Facebook, sentir-se “lisonjeado” pelo artigo de Nuno Pacheco no Público, porque “mesmo a criticar a coleção, fê-lo construtivamente e divertidamente”.

Dificilmente se imaginaria tamanha cara de pau. O artigo de Nuno Pacheco é demolidor para a colecção Klássicos e não é possível confundir a sua ironia com o que quer que seja de divertido. Pelo contrário, o cenário que descreve para o futuro do nosso património literário é assustador.

Outra coisa não seria de esperar — a “coleção” Klássicos é, de facto, uma verdadeira obra de destruição da cultura.

Veja-se o caso de Gil Vicente, um dos autores afectados. José Bernardes, vicentista emérito e Professor da Universidade de Coimbra, diz-nos que já não é possível descodificar integralmente os textos de Gil Vicente. Dito de outra forma, os contemporâneos de mestre Gil divertiam-se certamente muito mais do que nós quando assistiam às suas obras. Ainda assim, acrescenta, é preferível fazer “o caminho possível” até Gil Vicente — e enriquecermo-nos nessa viagem — do que actualizar o legado vicentino.

Ora, isto é válido para qualquer obra. Actualizar, substituir palavras e expressões antigas por outras “atuais”, alegadamente mais familiares e acessíveis, é uma operação que apenas mutila o texto, e nada traz de novo para o leitor.

Diz a publicidade da “coleção” que a língua está sempre a mudar. Deste modo, devemos todos deitar fora “Os Maias” que comprámos na escola e adquirir uma nova edição. Que durará, no máximo, uns dez anos — porque a língua está sempre a mudar.

É verdade que a língua está em permanente evolução. Mas essa mudança, na sua espontaneidade, é sempre inclusiva. Cito novamente a publicidade da “coleção”: expressões como “Vossa Mercê”, “vossemecê”, “você” e até o brasileiro “cê”, convivem sem problemas. Cultura é conhecê-las a todas e conhecer o contexto adequado para cada uma delas.

Uma coisa é o significado de certas expressões ter-se perdido na noite dos tempos ou caído em desuso, outra é este crime de lesa-língua, em que o modo de escrever e de falar das gerações passadas é deliberadamente omitido às gerações vindouras. A pretexto de quê?

Se um clássico, como lembra Calvino, é um livro que não acabou de dizer o que tem a dizer, deixemo-lo então dizer o que efectivamente tem a dizer — e não outra coisa qualquer.

É claro que todo este desmando da colecção Klássicos não seria possível se não existisse um desmando ainda maior, chamado Acordo Ortográfico (AO90). Se mais argumentos fossem necessários para desautorizar o AO90, a colecção “Klássicos”, por si só, arrumaria de vez essa questão.
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http://www.fenprof.pt/?aba=39&cat=423&mid=135

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Para: Mário Nogueira, director do “Jornal da FENPROF”
Luís Lobo, chefe de redacção e membros do conselho de redacção
José Paulo Oliveira, coordenação técnica e apoio à redacção
FENPROF
SPZS

——————————————

Caros colegas,

No seguimento da minha carta de 13 de Outubro último, que suponho tenham recebido, e tendo entretanto lido o “Jornal da FENPROF” n.º 254, de Outubro 2011, permito-me fazer mais algumas observações.

Logo no verso da capa do jornal, aparece um “Esclarecimento sobre a aplicação do acordo ortográfico” [ver recorte] conta da decisão tomada pelo JF nesta matéria:
“i) manter a ortografia antiga para todos os textos assinados que assim nos sejam enviados; ii) adoptar a ortografia aprovada pelo AO para os autores que assim o pretendam; iii) adoptar o AO para os textos não assinados.”

Quanto aos dois primeiros pontos, nada tenho a dizer, excepto que a “ortografia antiga” (já agora, porque não “arcaica”?) continua actual e em vigor, paralelamente à “ortografia moderna” (é a “moda” que comanda a vida, neste país!): segundo a Resolução da Assembleia da República, n.º 35/2008, há seis anos de transição para a aplicação do AO, a contar do depósito do instrumento de ratificação do Acordo do Segundo Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, o que ocorreu a 13 de Maio de 2009 (Aviso n.º 255/2010, ME).

Quanto ao terceiro ponto, e tendo em conta os seis anos atrás referidos, pergunto: por que razão se apressa a FENPROF a aplicar o AO? Os sindicatos dos professores, tanto quanto sei, não fazem parte do “Governo” nem dos “serviços, organismos e entidades sujeitos aos poderes de direcção, superintendência e tutela do Governo”, que deverão aplicar o AO, segundo a Resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011, a partir de Janeiro de 2012. Daqui decorre ainda que, contrariamente ao que se afirma no “Esclarecimento…”, esta não é por enquanto a ortografia obrigatória nos “textos oficiais”. É verdade que também o actual governo, no Relatório do OE 2012 aplica antecipadamente o AO: estranha coincidência! Como explica a FENPROF este proselitismo?

No pequeno texto acima referido, diz-se também que a FENPROF continua, “obviamente, a acompanhar, com interesse, o debate sobre esta matéria, aguardando serenamente pelo resultado da Iniciativa Livre (?) de Cidadãos junto da Assembleia da República”.

Antes de mais, queiram, por favor, corrigir o lapso: trata-se de uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico (Lei n.º 17/2003, de 4 de Junho, D.R. N.º 129 – I Série-A, pp. 3349), um exercício de cidadania corajoso, consciente e responsável, que nos interpela a todos e requer a nossa participação individual. Quanto ao resto da citação, não compreendo a postura de mero espectador assumida aqui pela FENPROF! “Debate” deveria haver, mas quase não há, porque o poder, político e económico (alguns media, designadamente a RTP e algumas editoras) silenciou os que reprovam este AO, pondo a circular uns estereótipos absurdos, para “inglês ver” e repetir: “as línguas evoluem”, “não somos donos da língua”, só os “velhos do Restelo” se opõem (entenda-se: conservadores, antiquados, retrógrados, imobilistas, etc. …)!
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Alguns selos de correio (e carimbos de franquia) de subscrições da ILC recebidas, dos Portugueses espalhados pelo mundo, neste caso com exemplares de Portugal, Holanda, Inglaterra, Brasil, Espanha e Estados Unidos da América.

Ver “post(s)” anterior(es) com outros selos de subscrições.

Nota: incluindo, neste caso, selos de duas cartas de apoiantes.

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José Manuel Rosendo, 50 anos.

Jornalista Antena 1 – RTP, desde 1993

Curso de Jornalismo do CENJOR (Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas).

Cobertura de vários acontecimentos nacionais e internacionais e diversas reportagens em zonas de conflito, nomeadamente:
- Curdistão turco (Primavera de 2003, início da invasão do Iraque)
- Iraque (Agosto e Novembro de 2003 e Primavera de 2004); – Curdistão Iraquiano em Outubro de 2007.
-Israel/Palestina (várias vezes na Cisjordânia e Faixa de Gaza):
- reportagem sobre o “muro de segurança” que separa Israel dos territórios palestinianos (2004)
- funeral de Yasser Arafat (2004)
- eleições presidenciais para a Autoridade Nacional Palestiniana (Janeiro 2005)
- eleições legislativas israelitas e palestinianas;
- retirada dos colonatos israelitas da Faixa de Gaza (2005)
- Natal em Belém;
- tomada do poder pelo Hamas na Faixa de Gaza (Junho 2007),
- 60º Aniversário da fundação de Israel (Maio 2008)
- Bombardeamento da Faixa de Gaza (Dezembro de 2008/Janeiro de 2009)
- Papa Bento XVI em Israel e Cisjordânia (Maio de 2009) 1 – Acompanhamento de estudantes portugueses durante uma semana na Cisjordânia (Julho 2010).
-Líbano (guerra do Verão de 2006 e chegada dos militares portugueses em Novembro de 2006).
- Paquistão (eleições, Fevereiro de 2008)
- Afeganistão (eleições, Agosto de 2009)
- Revolta no Egipto (Fevereiro de 2011)
- Revolta na Líbia (Fevereiro/Março de 2011)
- Revolta na Líbia (Agosto/Setembro de 2011)

Autor do Livro “De Istambul a Nassíria – crónicas da guerra no Iraque”, Editora ContraMargem, Novembro 2007.

Colaborações com a Agência Lusa, Jornal de Notícias, Revistas Visão e NS.

 


Reportagem de José Manuel Rosendo, sobre os primeiros passos na descoberta da liberdade na Líbia, editado por António Antunes. 

José Manuel Rosendo subscreveu a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

Nota: esta publicação foi autorizada pelo subscritor, que nos enviou, para o efeito, a nota biográfica, o link para o YouTube e a foto.

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Release Date 02 de Novembro de 2011
Genre Ficção | Poesia
Description 100 anos após a reforma ortográfica de 1911, acreditamos que o valor e o “ativo” da Língua Portuguesa é algo que justifica uma aposta firme na divulgação e no reforço da nossa Cultura e da nossa Língua.

Assim, e neste inicio de ano letivo em que, quer alunos, quer cidadãos, quer inúmeras empresas estão a adotar e a adaptar-se ao novo acordo ortográfico, A Bela e o Monstro lança uma coleção de 26 Clássicos fundamentais da Literatura Portuguesa “revisitados” à luz da nova ortografia.

É antes de mais, e principalmente, uma homenagem às Letras, à Língua Portuguesa e um tributo aos Autores e às suas Obras.

São 26 títulos que represetam as 26 letras do novo alfabeto que já inclui o K, o W e o Y.

As Obras e os Autores são apresentados pela Professora Isabel Pires de Lima.

Esta iniciativa editorial conta com os patrocínios institucionais de:

* Biblioteca Nacional de Portugal
* Associação de Professores de Português (responsável pela revisão ortográfica)
* Plano Nacional de Leitura (todos os livros tem a sua recomendação)
* Instituto Camões
* Ministério da Educação e da Ciência

O parceiro principal deste projeto é a RTP, responsável pela divulgação desta iniciativa nos seus diversos canais nacionais e internacionais. A Coleção Klássicos está também associada ao programa “Cuidado com a Língua” (RTP1), programa de serviço público que divulga o nosso património linguístico.
Publisher A Bela e o Monstro, Edições Lda

[Transcrição integral da "Info" da página da "Coleção Klássicos no Facebook.]

1. Quanto custa cada um destes anúncios de página inteira que estão a ser publicados diariamente em mais do que um jornal nacional?
2. Qual é o custo total previsto para esta campanha publicitária na imprensa escrita?
3. Quanto custou a produção deste anúncio para imprensa escrita?

4. Quanto custa por segundo este anúncio de 23 segundos que está a passar diariamente, em diversos horários, em mais do que um canal de televisão?
5. Qual é o custo total previsto para este “spot” publicitário televisivo?
6. Quanto custou a produção deste “spot” publicitário?

NIF: 509748376
CAE: 58110
Início de Actividade: 02-02-2011
Estado: Activa
Entidade: A Bela e o Monstro, Edições Lda
Nome Comercial: A Bela e o Monstro, Edições Lda
Morada: Rua do Limoeiro, Nº 7, 2º
Localidade: Lisboa
Código Postal: 1100-308 LISBOA
Actividade: Actividades de Informação e de Comunicação
Categoria: Edição de Livros
Apresentação: Concepção, Produção, Edição e Publicação de Artigos Multimédia. Promoção e Divulgação de Artigos de Arte, Criação, Desenvolvimento e Produção de Conteúdos Editoriais a Ser em Distribuídos por Qualquer Tipo de Suporte

Informação de Link B2B

7. Como se justifica ter sido a esta e não a qualquer outra Editora que foi adjudicada a publicação da “Coleção Klássicos” sabendo-se que esta empresa iniciou a sua actividade em Fevereiro do corrente ano de 2011, ou seja, há apenas nove meses?
8. Houve concurso público para o efeito?
9. Onde estão publicados os resultados desse concurso? Ou a adjudicação foi por “ajuste directo”? Se foi por “ajuste directo”, isso não aparece – nesta data – no respectivo “portal” governamental.

a) Site da Editora “A Bela e o Monstro”: (em construção nesta data) http://www.abelaeomonstro.pt/
b) Página da Editora “A Bela e o Monstro” no serviço Youtube: 1 único vídeo, o mesmo que está em cima, neste “post”. Data de adesão ao serviço: 31.10.11.

10. Quais foram os critérios de escolha desta Editora em detrimento de outra qualquer, já que não é possível localizar através de motor de busca um único livro publicado pela empresa “A Bela e o Monstro – Edições, Ldª”?

Responda quem de direito ou quem souber.

O cidadão
João Pedro Graça

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“Crachats” e saco, oferta de Gi

Fornecedor dos autocolantes: Vistaprint

Fornecedor dos selos de correio: CTT

Ver todos os materiais de campanha AQUI.

A Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação do “acordo ortográfico” de 1990 não tem, como é evidente, absolutamente nada a ver com quaisquer empresas ou negócios seja de que espécie for nem as ou os promove de forma alguma. NÃO COMERCIALIZAMOS NADA NEM TRATAMOS DE CONTACTOS COM FORNECEDORES.

Se tiver interesse em adquirir qualquer destes produtos é favor consultar os fornecedores aqui indicados ou quaisquer outros. Em qualquer serviço especializado podem fazer-se estampagens como estas.

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