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De facto, é como diz: desespera-se ao ver tantos erros… Agora imagine-me no ensino da Língua-pátria a ver exercícios em livros que pedem às “minhas” crianças que “corrijam” textos belíssimos pois “não respeitam o AO90″… Eles estão devidamente esclarecidos (são 150, este ano só do Básico, 7° e 8°), sabendo sobejamente que eu ABOMINO o “Acordo” e não o respeito! Sempre os ensino e ensinarei ao usufruto das suas plenas capacidades cerebrais, ou seja, entre os “meus” não há carneiradas seguidistas, passe o pleonasmo!

Imagino, na minha simplicidade de quem nunca viveu em estado de guerra ou entre inimigos, que será como ter o invasor a percorrer as minhas ruas e a obrigar-me a ler e escrever numa língua de gentios, a DELES! […]

[Transcrição parcial de comentário, da autoria de Maria Oliveira, neste mesmo “site”.]

[Imagem gerada em VistaPrint.]